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A Ucrânia está considerando uma lei que proibiria efetivamente estrangeiros de acessar a gestação de substituição no país.
Equipe editorial do Virela

Imagem de apoio: Foto del Parlamento Europeo en Wikimedia Commons (CC)
A Ucrânia foi durante anos um dos poucos países do mundo onde a gestação de substituição comercial era legal e acessível a cidadãos estrangeiros. O marco legal relativamente permissivo, combinado com custos significativamente menores do que em países como os Estados Unidos, tornou o país um destino para casais da Europa Ocidental, Ásia e América que buscavam essa opção. Antes da invasão russa em 2022, estimava-se que cerca de duas mil gestações de substituição eram realizadas anualmente para clientes estrangeiros.
A guerra mudou o contexto de forma dramática. Imagens de recém-nascidos esperando em bunkers e hotéis pela chegada de seus pais estrangeiros geraram cobertura internacional e pressão regulatória. O governo ucraniano, que já havia restringido o acesso a estrangeiros de países onde a gestação de substituição não é legal, agora avalia uma proibição mais ampla que limitaria a prática quase exclusivamente a casais nacionais.
O debate toca em tensões éticas e práticas sem fácil resolução. Por um lado, a indústria emprega milhares de pessoas e traz divisas para um país em guerra. Por outro, os críticos apontam que a vulnerabilidade econômica das mulheres em contexto de guerra cria condições para a exploração, e que a regulação atual é insuficiente para proteger as gestantes. A decisão da Ucrânia terá impacto direto na forma como outros países da Europa Oriental abordarão sua própria legislação sobre o tema.
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