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Os acordos de Paris enfrentam obstáculos políticos. A transição energética é o desafio político da nossa era.
Equipe editorial do Virela
Imagem de apoio: Foto de Unsplash
O Acordo de Paris de 2015 foi apresentado como um ponto de inflexão: 196 países comprometidos a limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais. Uma década depois, o balanço é misto. As emissões globais de CO2 continuam mais altas em termos absolutos do que em 2015, embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado e a capacidade instalada de energias renováveis tenha crescido de forma sustentada na maioria dos países signatários.
A tensão política que cerca a transição energética não é apenas entre países ricos e em desenvolvimento, embora essa lacuna exista e seja significativa. Também é interna a cada sociedade: os setores industriais dependentes de combustíveis fósseis têm interesses organizados e poder político, enquanto os custos da mudança climática se distribuem de forma difusa e se materializam em prazos que superam os ciclos eleitorais. Essa assimetria explica boa parte da lentidão legislativa.
Os avanços tecnológicos mudaram a equação de custo-benefício da transição. A energia solar e eólica já são as fontes de geração elétrica mais baratas na maioria dos mercados. Os preços de armazenamento em baterias caíram drasticamente. Mas a transição não é apenas tecnológica: requer redesenhar redes elétricas, converter indústrias, gerir o desemprego em regiões carboníferas e financiar a adaptação em países vulneráveis. Esse é o trabalho político que os acordos internacionais ainda não resolveram.
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