Organizando lo último de hoy
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Enviar dinheiro para o exterior com criptomoedas custa 90% menos do que os métodos tradicionais.
Equipe editorial do Virela
Imagem de apoio: Foto de Unsplash
O mercado global de remessas movimenta mais de 800 bilhões de dólares por ano. Grande parte desse dinheiro viaja de países desenvolvidos para economias em desenvolvimento, e uma parcela significativa se perde em taxas bancárias e câmbios desfavoráveis. Para milhões de famílias que dependem dessas transferências, cada ponto percentual de comissão é dinheiro que não chega à mesa.
As criptomoedas, em particular as stablecoins como USDC ou USDT, mudaram a lógica dessa equação. Uma transferência que pelos canais bancários tradicionais pode custar entre 6% e 10% do valor pode ser executada em blockchain por menos de 1%, e em minutos em vez de dias. Países como El Salvador, México e Filipinas estão entre os mercados onde o uso de cripto para remessas cresceu mais rapidamente nos últimos anos.
A adoção ainda enfrenta barreiras: nem todas as pessoas receptoras têm acesso a carteiras digitais, e a volatilidade das criptomoedas não estáveis gera desconfiança. Mas o modelo já provou que funciona, e os grandes atores do setor de pagamentos internacionais sabem disso.
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