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A deficiência de vitamina D afeta 40% da população. A exposição solar moderada é a fonte mais eficiente.
Equipe editorial do Virela
Imagem de apoio: Foto de Unsplash
A vitamina D é, em sentido estrito, um hormônio que o corpo sintetiza através da pele quando exposta à radiação ultravioleta B do sol. Ao contrário de outras vitaminas, a dieta fornece quantidades relativamente pequenas, tornando a exposição solar a principal fonte para a maioria das pessoas. O problema é que as condições modernas de vida, o trabalho em ambientes fechados, o uso sistemático de protetor solar e a vida em latitudes elevadas, reduzem drasticamente essa exposição.
As estimativas de prevalência de deficiência de vitamina D na população global giram em torno de 40%, com picos em regiões de inverno prolongado e entre pessoas de pele mais escura que vivem em latitudes elevadas, já que a melanina reduz a síntese cutânea. Os sintomas de deficiência grave incluem fraqueza muscular, dor óssea e maior suscetibilidade a infecções. A deficiência moderada é mais silenciosa, mas também mais comum, e está associada a maior risco de doenças autoimunes e cardiovasculares em estudos de longo prazo.
Quinze minutos de exposição direta ao sol em rosto e braços, sem protetor solar, em horas de alta radiação, são suficientes para que a maioria das pessoas de pele clara sintetize a vitamina D necessária para o dia. Esse limiar varia conforme o fototipo de pele, a latitude e a estação do ano. A suplementação oral é a alternativa para quem vive com luz solar insuficiente, e exames de sangue permitem verificar os níveis com facilidade.
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