Organizando lo último de hoy
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Um reator na França manteve uma reação estável por cinco minutos, produzindo 20% mais energia do que consumiu.
A fusão nuclear é o processo que alimenta o Sol: átomos leves, geralmente deutério e trítio, se fundem a temperaturas extremas para formar átomos mais pesados e liberar enormes quantidades de energia. Ao contrário da fissão nuclear, não produz resíduos radioativos de longa duração e seus combustíveis são abundantes no planeta. A promessa da fusão como fonte de energia limpa e inesgotável existe há décadas, mas os avanços concretos demoraram a chegar.
O marco alcançado no reator ITER na França, e de forma independente pela National Ignition Facility na Califórnia, consistiu em superar pela primeira vez a barreira da "ignição": a energia produzida pela reação de fusão superar a energia fornecida ao plasma para mantê-lo. Isso não significa que a fusão já seja uma fonte de energia comercialmente viável, mas encerra um debate técnico que durou décadas sobre se o processo era fisicamente possível em escala controlada.
Os desafios restantes são de engenharia e economia. Manter o plasma a 150 milhões de graus por períodos úteis para geração contínua, capturar o calor de forma eficiente para convertê-lo em eletricidade e construir reatores a um custo competitivo com outras fontes de energia. As estimativas mais otimistas situam a energia de fusão conectada à rede entre 2040 e 2060. O que o recente avanço mudou é a certeza de que o caminho é possível.
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