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A Arábia Saudita não tem rios permanentes. Toda a sua água vem de aquíferos, dessalinizadoras e reservatórios artificiais.
Equipe editorial do Virela
Imagem de apoio: Foto de Unsplash
Com 2,15 milhões de quilômetros quadrados, a Arábia Saudita é o maior país do mundo sem nenhum curso d'água permanente. O fenômeno é consequência direta do clima desértico: as precipitações são escassas e irregulares, e as altas temperaturas geram taxas de evaporação que impedem a formação de caudais estáveis. O que existem são wadis, leitos secos que podem se encher temporariamente durante episódios de chuva intensa.
Para sustentar uma população de mais de 35 milhões de pessoas nesse ambiente, a Arábia Saudita construiu a maior infraestrutura de dessalinização do mundo. O país produz mais de 20% da água dessalinizada globalmente, com dezenas de usinas ao longo da costa do Mar Vermelho e do Golfo Pérsico. O processo é altamente intensivo em energia, gerando uma enorme demanda de combustível fóssil para sustentar o abastecimento hídrico, embora as usinas mais novas incorporem energia solar para reduzir esse custo.
O outro pilar do abastecimento são os aquíferos fósseis, reservas de água acumuladas há milhares de anos que estão sendo esgotadas a uma taxa não renovável. O horizonte desses aquíferos preocupa os planejadores: a água que levou milênios para se acumular está sendo extraída em décadas. A dependência extrema da água dessalinizada e a superexploração de aquíferos fósseis fazem da segurança hídrica um dos desafios estratégicos de longo prazo mais delicados para a região.
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