Organizando lo último de hoy
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Cada vez mais governos publicam dados abertos. Isso não apenas aumenta a transparência, como permite soluções baseadas em dados.
Equipe editorial do Virela
Imagem de apoio: Foto de Unsplash
Os dados abertos são conjuntos de informações geradas pelo setor público, de orçamentos e contratos a dados de transporte e saúde, publicados em formatos reutilizáveis e sem restrições de uso. O movimento ganhou força durante o primeiro mandato de Obama nos Estados Unidos e se consolidou na União Europeia com diretivas que obrigam as instituições a publicar certas informações em formatos abertos. Hoje mais de 160 países têm algum tipo de portal de dados abertos.
O impacto vai além da transparência. Os dados de transporte público publicados por cidades como Nova York ou São Francisco permitiram o desenvolvimento de apps de navegação e otimização de rotas usados por milhões de pessoas. Os dados climáticos históricos publicados por agências meteorológicas alimentam modelos de previsão agrícola e de seguros em países em desenvolvimento. Os dados de contratos públicos publicados em formatos analisáveis permitiram identificar padrões de corrupção que auditorias humanas levariam anos para detectar.
A qualidade e consistência dos dados publicados continua sendo o principal problema. Muitos portais de dados abertos publicam arquivos em formatos difíceis de processar, com metadados insuficientes ou atualizações irregulares. A lacuna entre a declaração política de abertura e a utilidade real do que é publicado é grande em muitos países. Organizações da sociedade civil especializadas em dados, como a Open Knowledge Foundation, trabalham em padrões que tornem essa abertura efetiva e não apenas formal.
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