Organizando lo último de hoy
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As bactérias intestinais produzem neurotransmissores que afetam seu humor. Uma dieta rica em fibras melhora a saúde mental.
Equipe editorial do Virela
Imagem de apoio: Foto de Unsplash
O eixo intestino-cérebro é um dos campos de pesquisa de crescimento mais rápido em neurociência e medicina nos últimos quinze anos. A evidência acumulada mostra que o intestino e o cérebro se comunicam de forma bidirecional por meio de múltiplos canais: o nervo vago, o sistema endócrino e o sistema imunológico. As bactérias que vivem no intestino — cerca de 100 trilhões no total, de mais de mil espécies distintas — não são passageiras neutras, mas participantes ativas nessa comunicação.
As bactérias intestinais produzem ou influenciam a produção de neurotransmissores que o cérebro usa: cerca de 95% da serotonina do corpo é produzida no intestino, não no cérebro. O GABA, o principal neurotransmissor inibitório do sistema nervoso central, também é sintetizado por certas bactérias intestinais. Que as bactérias que vivem no intestino influenciem os níveis de neurotransmissores que o cérebro usa para regular o humor, a ansiedade e o sono é um mecanismo biológico plausível e com apoio experimental crescente.
A conexão com a dieta é direta. As bactérias intestinais benéficas prosperam com fibra — polissacarídeos complexos que os humanos não conseguem digerir, mas que as bactérias fermentam e utilizam. Uma dieta rica em fibras, frutas, verduras e leguminosas alimenta as bactérias benéficas e mantém a diversidade do microbioma. Uma dieta rica em açúcares simples e ultraprocessados favorece bactérias menos benéficas e reduz a diversidade microbiana — um marcador que os pesquisadores associam a pior saúde metabólica e maior risco de transtornos de humor. Os estudos de intervenção dietética com foco no microbioma ainda são uma área emergente, mas os resultados preliminares são suficientemente consistentes para justificar atenção clínica.
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