Organizando lo último de hoy
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Em Aoshima, no Japão, vivem mais de 120 gatos e apenas uma dúzia de pessoas. Eles chegaram originalmente para controlar ratos.
Equipe editorial do Virela
Imagem de apoio: Foto de Unsplash
Aoshima é uma pequena ilha na prefeitura de Ehime, no Mar Interior do Japão, que há anos atrai visitantes de todo o mundo com uma particularidade incomum: sua população felina supera amplamente a humana. A proporção gira em torno de dez gatos por pessoa, e nos momentos de alta temporada turística o número de visitantes chega a triplicar os residentes permanentes. A ilha não tem hotéis nem lojas, mas sua reputação como "neko shima" — ilha dos gatos — a colocou no mapa global.
Os gatos chegaram originalmente, como em muitas ilhas pesqueiras japonesas, para controlar a população de ratos que ameaçava os estoques de alimentos e as redes dos pescadores. Cumpriram bem esse propósito e, à medida que a população humana envelheceu e emigrou para o continente ao longo do século XX, os gatos foram se tornando protagonistas da paisagem. O processo se repetiu em várias ilhas do Japão, como Tashirojima em Miyagi ou Ainoshima em Fukuoka, criando um fenômeno turístico espontâneo.
A popularidade de Aoshima na internet disparou as visitas a níveis que os residentes — um grupo de pessoas idosas que vivem da pesca e da agricultura de subsistência — encontraram difíceis de gerenciar. Imagens de dezenas de gatos esperando o ferry de turistas circularam nas redes sociais do mundo inteiro. O fenômeno colocou em evidência uma tensão real: a ilha conserva seu caráter precisamente porque tem poucos recursos turísticos, mas a demanda de visitantes pressiona por uma infraestrutura que a transformaria.
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